Diglossia

Ontem, enquanto navegava dentre as páginas relacionadas a lingüística (meu hobby preferido), descobri que nós (brasileiros) sofremos de um fenômeno chamado diglossia. Este fenômeno ocorre em locais onde existem duas línguas em uso pelo povo: uma língua “culta” e uma “popular”. Sendo a primeira utilizada em ocasiões mais formais e a segunda no dia-a-dia. Podemos encontrar outros exemplos nos dialetos da alemanha e itália e nos antigos latim vulgar e clássico. Outra dica relacionada é o artigo sobre o português brasileiro, eu acredito ser muito interessante ver os fenômenos da nossa língua sem o viés negativista brasileiro.

Ontem eu tava olhando uns site sobre idiomas no wikipedia (o que eu gosto muito de fazer) e descobri que a gente sofre de um negócio chamado “diglossia” – duas língua, no popular. Esse negócio acontece onde as pessoas tem a sua própria língua, mas são obrigadas a aprender uma língua “culta” para usar em “ocasiões especiais”. E não é só aqui que tem isso! Tem também os dialetos na alemanha e itália ou o tal do latim clássico e popular. Vale a pena também dá uma passada no artigo sobre o português do brasil. Acho que vale a pena ver esses as coisas que tem na nossa língua sem nosso jeito “somos o pior país do mundo” de ser.

PS: minha idéia original era fazer a segunda versão em miguxês, mas descobri que sou completamente iletrado neste idioma :S (acho que estou ficando velho já :P)

3 Responses to “Diglossia”


  1. 1 Pedro Curiango maio 19, 2008 às 10:48 pm

    Parece que o problema não é a existência de códigos diferentes dentro de uma mesma língua mas sim a maneira pela qual estes códigos são usados. Uma revista alemã não publica artigos no código da língua falada numa família rural, o que também não faz a “Veja” ou outra revista nossa qualquer, já que eles não teriam a universalidade do código da escrita urbana culta. Nosso problema está na área da romântica aceitação (que, às vezes, chega a ser exigência radical) de que ERROS de codificação [não da língua, que toda ela é certa!] sejam celebrados não como curiosidades folclóricas mas como variante cultural que se possa contrapor ao código da escrita urbana culta. [Lula, por exemplo, fala CERTO, se consideramos apenas sua necessidade de comunicação, mas fala ERRADO se consideramos o contexto presidencial em que se encontra.]

  2. 2 amanda gatinha agosto 30, 2008 às 10:59 am

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    e no msn
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